terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Navio maldito


Em 1920, Inglaterra, havia uma colônia que saia do país de navio para um lugar qualquer do mundo, com  destino ao norte do planeta.
Tinha alguns ateus e filósofos e doutores misturados no navio, com o sol batendo forte no convés, um navio de ferro  movido á carvão.
E der repente apareceu um católico devoto perguntando á um dos filósofos, com uma voz aveludada e com questões até então descompreendidas.
- O senhor sabe me dizer o sentido da vida e para que serve o bem e o mal, e para quê nós vivemos ?
... Ele em completo silêncio se levantou sem dizer uma única palavra, estava sem respostas á essas questões, fechou os olhos e respirou fundo por cinco minutos, pensou o suficiente para responder mas não tinha resposta alguma no momento.
Murkóvitch foi dormir tarde depois de algumas horas pensando em como teria sido a morte do outro, e com extrema dificuldade para pegar no sono e muito cansado depois de fumar um cigarro e beber muito, ele decidiu ir até o convés,.
Vendo a lua cheia com muito espanto, veio uma mulher do nada, como um espírito e um relance mostrando seu veneno, um ar das trevas e uma aparência exuberante lhe perturbarem seu inconsciente.
Ela estava com aquele olhar como quem quer dizer alguma coisa, lhe dizendo o seguinte:  Eu sonhei... Que você... Havia falecido.
Por mais alguns dias você á de me libertar da morte ou fazer parte do mundo das sombras.
Ele estava com insônia e sofria com o mau da depressão e medo de viver.
Ele sorriu para ela com muito encanto e surpreendido pelos fatos reais que a mulher morta acabará de contar.
               POEMA
Epístola encontrada no lugar de onde a moça partiu

-Eis que aqui estava de uma ponte eu surgia e pela noite eu vagava do navio eu parti onde Daniel sonhava
Traiçoeiros pesadelos ele traçava e noites por mim ele velava
A meia noite ele navegava ao meio dia ele se apagava
E pelo olhar voraz que me assombrava, uma porta se abria e outra eu fechava.
Noites eu dormia e outra me embriagava
E ali eu morria e ninguém me amava.

Ele ficou branco, completamente pálido, suava frio e ficou desesperado, tentando se acalmar depois de ter inalado uma substância química, mas porém o que havia acontecido era um pesadelo e uma ilusão, ele pegou no sono, finalmente dormiu sem roupas ao lado da piscina do navio, encontrado morto ao amanhecer.

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