segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

INFERNU ÚÚ´´

Finalmente

Encontrei a felicidade que buscava

Finalmente

Minhas lágrimas secaram

Finalmente essa dor sumiu

Encontrei você, me fazes tão feliz aqui

Nesse castelo de sonhos, neste sonhar ao teu lado

Finalmente

O dia amanhece para mim

Infelizmente o inferno veio à terra

E sorrindo disfarçadamente você me matou

Working Dream

Tão suave como um cordão de seda
Eu nasci a mil anos
E não ainda não sei se devo morrer
Entrei num sono profundo
E dentro de um sonho morri
De trás pra frente
Eu vejo minha triste vida
                  De partida...
                (...)
  A seda se rompeu
O algodão envelheceu
Nossas vidas se dividiram
Seguimos uma trilha
Até o pecado
(...)
Olhando pro céu agora
Eu vejo minha destruição
Lua negra congelada
Rios que formam uma fenda
Já se passou uma jornada
E eu estive interrompido
Sem minha seda
Sem meu algodão
Fragmentos de minhas lágrimas
Se misturam agora
Com a fria chuva

Além

Dias de noites cruéis
Noites e noites de violentas e aceleradíssimas pancadas no coração
A solidão é terrível
Estou perto do chão

Me visto em negro, seu enterro se aproxima e sua morte me fascina
Raios e raios que chegam até a partir meu inconsciente atravessando minha cabeça
Queimando em vida, ardendo em fogo da paixão
O inferno e o céu te condenam e as pessoas te julgam

Meu episódio dramático agora chega ao fim e minha trilha sonora rastejante com mil flores Mortas descendo junto à melodia dos violinos tristes e dos violões que choram
Quando eu baixar essa ira que parece sair de um espírito de porco
Minha carne pútrida os vermes consomem pouco a pouco
Subir as alturas mesmo estando com pés no chão é para poucos
Não chore por mim, no além é onde eu aprendi.

Sem mais felicidades.

Eu espero, ainda espero que você seja feliz
Você não soube me amar e por isso estou a te desejar felicidades
Felicidades que eu não tenho, desejos proibídos, loucuras e devaneios
Brilha junto ao amanhecer seu sorriso e suas mentiras

Inferno e céu, paraíso e tortura
Amor e ternura
Ódio e arrependimentos
Até amanhecer sangrando outra vez, velha lutadora

Agora o sol aparece na alvorada
Sem saber onde piso, em solo inimigo
Mas sabendo o que fazer
Meu futuro será sofrer
Desta vez

No campo

No campo havia uma fada
Esssa fada era você
No campo ainda havia uma fada
Como se fose muito dificil
Voltar ao passado
E desenterrar minhas dores
Nos campos de destruição
Havia também ódio e muita fumaça
Desgraça e muito louvor
Louvor à destruição
(...)
De repente
A janela se abre
O sino Toca
E a vela se apaga
E no final
Encontrei-me nos braços
Da mulher amada.

Sentimentos

Dói na alma te perder e te querer ainda mais
Na velhice qu estou eu aprendo a suportar essa maldita dor
Mas viver calado sem estar ao teu lado isso me destrói
Sem você não sei viver, só com suas fotos, lembranças e sonhos...
  ("Será só mais uma noite qualquer...")
Sem mais lágrimas me deito no leito
Destituído de palavras
Pensando no passado
E finalmente morro todo dia
Por pensar demais em você

Lágrimas..


“Meus olhos se fecham e por ele transbordam lágrimas de dor”...
Seu sorriso não brilha mais como brilhava junto a lua
Pois quando você se for uma parte de mim morrerá e meu coração vai sofrer
Noites por ti eu passei velando, dias solitários eu passei chorando.
Agora sua fala quebra o silêncio e o pequeno fragmento de minha alma se quebra como
vidro
E toda vez que me olho no espelho vejo reflexos de minha face triste
 Você poderia ser toda minha, na certeza de que um dia realmente seria toda minha."

Anderson R. Izolan

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Saiba mais sobre mim

Isto é apenas uma demosntração do que sinto e do que também consigo expressar com uma caneta e uma folha, não quero que façam isso... Eu cortei os pulsos profundamente, mas não estou tentando influenciar ou induzir algupem a cometer as coisas que eu faço... Devo explicar aqui que a vida de vocês vale muito mais do que uma queda de emoções confusas e de pensamentos suícidas... olhem, são apenas postagens que não ofendem  ninguém...

Até mais.

Sentimentos confusos

No frio de uma gélida manhã de outono
Quando eu cai nas esferas negras da solidão
Envolvido numa atmosfera negativa que enferruja o coração
Corto os pulsos por que sou solitário e devo morrer

Agora as lágrimas irão cair junto ao sangue derramado
E tudo foi perdido atrás de nós
Sem fé nem sentimentos
Retalhado mas ainda respirando
A fumaça cinza de sodoma e gomorra
E desgraçadamente voce me quebrou, peça por peça
Agora de joelhos, minhas mãos escodem agora meu rosto
Que não quer ver nem por uma razão a unica solução
Sofro aceleradíssimas pancadas no coração
Afeta-me a existência e toda culpa
No meus prazeres de tortura eu vou descobrindo um inferno em vida
Pois o inferno que eu passo agora será destruído ...

Suícidio



Rastejando ao sepulcro
Você me partiu pedaço por pedaço
Até eu sofrer no silêncio de uma noite qualquer
Arrastando-me para o túmulo

Meus olhos choram em cascata
Como meus pulsos em fenda
Escondendo o segredo
Que seria vida após a morte
E mudanças espirituais
Para o sonho mágico eternizaste
E morreu ali meu coração
Perdi a fé e a razão
Colhi tudo aquilo que plantei
E agora confuso eu sei
Que jamais eu retornarei
A seus braços com amor
Até cidade eu voltarei
Minha dor eu aliviarei
Meu pulso eu sangrarei
Ao céu eu subirei
Pelas nuvens, Eu voarei
Com espinhos encravados
Mesmo com asas feridas
E um coração quebrado
E uma alma aprisionada

F..

Fragmentos de minhas lagrimas
Agora caem com poças da água da chuva
Que molha o sepulcro de meu coração
O triste funeral da ilusão
...
Os dias passam lentamente
Carregados de solidão
Sem alma e sem vida
Sem sorriso e sem cores
Com lagrimas de dor
Que enterram os amores
...
A lua  não brilha em meus dias
A loucura absorve sentimentos
Essa vida é um tormento
Suas lembranças partem com o vento
Esse silêncio é um sofrimento
A sua falta é um lamento
Os sonhos me iludem por um momento
Tão profundo seu argumento
Nem deus sabe o que se passa aqui por dentro.
...
Os tempos mudaram
As flores murcharam
As lagrimas secaram
Enquanto as vozes se calaram
O perigo já passou
Mas o medo continuou
Você finalmente voltou
E em meus olhos profundamente olhou
E durante um beijo você me despertou.

Janelas trancadas


Abra sua janela
No dia mais cinzento do inverno
É a morte que me espera
Escute meus gritos sufocados
Se agarrando aos ventos
Invadindo a canção
Na calmaria do silêncio
Subindo as paredes
Ao andar sozinho
E sinta agora minhas lágrimas
Caírem com a chuva
Descendo em cascata
Até o próximo pensamento
Até o próximo momento
Eu jamais te odiei
Eu jamais te maltratei
Eu jamais te matarei
E nunca mais te desejei
Sinta o vento da aurora
Bater em sua face agora
Abra sua janela e veja
Quanta vida esta lá fora
Com palhaços espectrais
Animais colossais
Felicidade e tudo mais
Gira em nosso mundo
Cores de um arco-íris profundo
Que jamais voltou ao céu
Numa tarde nebulosa
Após um dia tempestivo
Em noites frias estive dormindo
No leito de uma vendida
Morri por vezes em seus lábios
E por ultimo sofri calado
Jogando tudo pra trás
Guiado pela solidão
E pela doença que me afeta a existência
Com pancadas no coração
Suas lembranças me perseguem
Agora direi quem é você
A mais nova companheira
De madrugas de tortura
Calma! Droga, triste decepção.
Calma! Droga, louca perseguição.
Meus caminhos se fecharam.
E absorvo agora toda negatividade triste.
Para morrer no jardim dividido
No vale das almas descontentes
Até meu corpo navegar no mar
Gélido das manhãs de inverno

Lua de inverno

 
Sem o menor valor
Sem sonho e sem amor
Você teve um momento
Eu toquei seu coração

E seu olhar ficou profundo
Um espelho para a alma

A única saída parece ser o suícidio
Parece ser o suicidio
Ou isolamento e viver calado
Em silêncio no pecado


Sair por essa rua sem olhar pra trás
Seria talvez uma forma de viver em paz


Sua ausência me tortura
Suas saudades me lembram daquela vez


Morria em seus beijos e agora morro só

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Amanhecer

Amanhecer
Silencioso como pétalas brancas
Amanhecer
Suave primaveril
Fatos reais
Forte Verosímil
Sem sentido
Uma voz me chama educadamente
Uma voz dirigi-se à mim no amanhecer
Com pancadas de chuva forte
Ouço mais alguém negar sua morte
E tentando se livrar
Amenhecer
Leve-me para seu altar.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Ouro [...]


Descendo pelas poucas nuvens
Vou pousar em seu jardim como um algodão
Estremecendo e pintando toda seda
Amassado como um lençol de cetim

Em momentos de fraqueza
Em duvidas e pensamentos
Um simples arranjo de viola
Me recorda um belo momento

Estarei com você
Onde estiver
E seja onde for
Sua luz agora cai por terra

Anjos estão chamando
Para o sonho mágico
Eternamente preso
No mundo fantástico

Milhares e milhares de fios de ouro
Em espiral no céu
Eu não duvido desse sonho
Eu entrego a você toda a minha alma
Para virar apenas poeira no vento

Em uma noite primaveril
Nas escadarias do sucesso
Ela brilha em chamas de fogo
Com muita embriaguez
E na maior loucura da ilusão
O amor é uma pedra
Que não rola em meu coração

Apogeu


Parece que o tempo me escravizou mais uma vez
Mas no silêncio eu permaneço calado
Seguindo seus passos na areia
Imaginando que um dia seria todo seu (!).
...
Estou tão pesado
Pareço estar atravessando um milhão de meteoros
No universo, mas sobrecarregado de energias explosivas.
Como um velho canhão
Que um dia foi destruído
Pela ferrugem da chuva
...
Infelizmente ainda estou vivo
Para mostrar que aos poucos
Vou me fechando num covil
E ausente de sua presença
Tão confuso e pensativo
Destituído de palavras
Coração ferido por estilhaços
...
Comestível como tangerina podre
Sem sentimentos como uma alma morta
Reflexões e imaginações do outro lado
...
Misturando um pouco de saudade e sentimentos negativos
De volta a realidade novamente aqui perdido.
Eu levo com fé a vida que sobrou
Para nunca mais sonhar no verão

Forest


Comparado a um animal
E subindo as rochas como um Ogro
Ele canta
Ele espanta-se com a visão noturna
Da cidade mágica que é nórdica

Dormindo após um pesadelo selvagem
E com a lua do anoitecer quase no por do sol do amanhecer
Ao acordar sinto-me indisposto para continuar e com hábitos primitivos

Comparado a um forasteiro
Eu rastejo a seus pés
Eu reclamo a você
Eu nego qualquer sentimento
Meu espírito é da floresta
E sem ela eu não vivo
...

Há...

Há uma lenda tão sombria
Há uma nova chance amanhã
Há uma duvida sobre hoje
Há também uma oportunidade amanhã
Há uma sorte nos seus dias
Há também o azar e o pessimismo
Há um sentimento negativo
Há também o positivo recheado de amor
Há uma velha mentira
Há também uma nova opinião
Há um jeito novo de viver sem guerras
Há também uma maneira de usar a paz
Há uma nova estação chegando
A também tempos de mudança em sua vida
...
Se há tantas coisas novas e velhas
Há também uma bela explicação
Há uma revolta e desentendimentos
Há também uma solução
Há uma nova viagem pro norte
E também uma velha embarcação
Há um velho amor em construção
Há também a saudade que machuca o coração
Há uma velha história sobre maldição
Há também uma nova religião
Há uma luz em você
Há um paraíso acima de você
Há uma luz em você
Há também minha sinceridade em dizer
Que você brilha como uma constelação
Em plena noite de verão.

Perfeitamente (erroneo)


Desde que nasci percorri o mundo ou uma parte dele, meu mundo só ele.
E não aprendi a amar, não consegui facilitar qualquer acesso à simplicidade.
Pois tudo comigo era complicado e complexo demais para minha existência.
Ainda sofro algumas pancadas no coração e me afeta o impulso.

Sempre a uma pequena leitura sem contexto em meus dias de totalitário, em meus dias de liberdade, em meus dias de solidão e sofrimento, mas enfim.

A melodia chega e invade meu cérebro em pequenos pedaços com sua leveza e suavizes.
Mal adaptado e de volta a minhas raízes e acolhido pela magia da noite.
Leve e sossegado esperando um futuro “clichê” aqui parado.
Eu sei muito bem o que você quer e o que eu mais quero é você.
...

Como pude voar sozinho



Além do sétimo filho eu permaneço em oitava posição
Com forte imaginação ao olhar os espelhos
E uma fraca memória de outras terras que andei no passado
Com percepções ligeiras como relâmpagos
Eu sobrevivo com o resto que me sobrou
...
Agora o gato preto anda silenciosamente pela penumbra do cemitério
Agora as corujas saem espalhando-se pela noite
E nessa rotina eu vou me acostumando até chegar ao ponto mais alto de adrenalina
Talvez em um sonho qualquer eu vá de ficar doente
E se a caso eu morrer, prefiro que seja dormindo.
...
É a vez de o Corvo destroçar carniças e alguns ossos
Próximo de uma manhã fria ele se alimenta de sangue e carne podre
Somente no silencio ele decide voar sozinho
Com asas negras e um aspecto sombrio
Uma imagem desgraçada que me causa arrepios

““... Só de ver a lua
No quarto dos fundos
Sinto medo, sinto frio e solidão.
Esquecido pelo destino
Sem dó nem piedade
Sem sentimentos
Completamente devorado pela fome
Eu faço existir outro alguém que possa brilhar mais que eu
Para poder falar sozinho, lamentando pela noite.
Ignorando pessoas, assassinando mentalmente você e seu discurso.
Só de ver a lua ela já partiu
Para o outro lado
E estarei navegando loucamente perdido no ultimo vagão...
E por fim chegarei à estação dos corações partidos... ””

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Um novo começo

Pelas noites e dias em agonia
Vendo vultos e aparições
Com mente estudada pela ciência
Alguns dizem o contrário
Mas poucos acreditam em mentes perigosas
Drogas me levam ao suicidio de minha mente
E antes que isso me suba à cabeça
Eu paro pra pensar
No que me leva a amar minha vida
E se eu começasse a sair pela geada da noite?
Jamais sairia ao dia.
Corvos e gatos negros pela noite a vagar pelo cemitério.
Nada mais plausivel que um fim de ano escroto.
Com todas as forças do universo eu consegui essa vida monótona.
Estou velho e cansado e tenho marcas de nicotina nos dedos.
Sei que meu passado não ajuda muito.
Mas poderia começar um novo começo.

Consciencia

O que pesa na consciencia é...
Um amor mau amado
O que pesa na consciencia é...
Uma vida mau vivida e também...
Uma questão mau resolvida.


"Ah, deixa eu lembrar
Você veio até mim
Com o bejo da serpente
Respirando um ar profundo
Com vontade de me ver..."



Nunca mais.

Nunca mais
O sol não brilha para mim
Nunca mais
O céu parece escurecer
Estou preso aqui
E nunca mais
Sentirei sua presença
E nunca mais
Nunca mais
Vou ouvir sua voz
Anjos estão chamando
Alem da escuridão
E nunca mais
Sentirei sua voz
Nunca mais
Você virá ate mim
Eu só penso em morrer
E nunca mais
Verei você novamente
E nesse inverno
Vou ter que ler os livros
Estou bem
Mas nunca mais
Verei você
Numa manhã de julho
Nunca mais
O sol não brilha mais
Para mim, me sinto tão pesado.
Hei, volte aqui.
Anjos estão chamando
Só os bons terão chances
De partir voando
Para o sonho mágico
Nessas noites tão sozinhas
Eu me sinto tão estranho
Sem você ao meu lado
Nunca mais terei você
Para me chamar de querido
Nunca mais terei você
Para me satisfazer
Anjos estão chamando
Além do céu, para o sonho mágico.
Anjos estão chamando
Além do céu, para o sonho mágico.
É a nossa vez, é agora que precisamos ir.
Nunca mais verei você, mas guardo na lembrança.
Seu rosto de jovem depressiva.
Sem medo algum eu desço as escadas
E você não estará por lá, e novamente nunca mais.
Para lembrar de mim todas as noites antes de dormir.