A navalha
Ferramenta de suicídio
Um veiculo de ida e partida
Ao inferno
O espírito da matéria
A alma que vive na miséria
O fogo que me queima até sofrer sem parar
O prazer em derreter e cometer o pecado
...
O prazer de viver e fazer tudo errado
É a semelhança com um abutre e um cachorro-urubu
...
É a vida, ela é bela e horrível
Ela é desprezível e sensível
A vida é imprevísivel
A existência é estudada junto á doença como tabuada
...
No saguão ouço passos vindos da escuridão
E de repente uma luz que cega-me os olhos
É o diabo, é o inferno, é as abóboras e os fantasmas Poltergeist.
...
Nada se repete da mesma maneira, todas as coisas, toda simetrias, os olhares e os gestos, os barulhos dos objetos e as vozes e aquelas falas que me deixavam confusos todos os dias quand eu adormecia.
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
Pemas e versos vencidos.
Ah meus dias de decadência
O nascimento da tragédia
Afeta-me a existência.
Na sarjeta, na sarjeta.
O desespero me beija lentamente
Com seus lábios espectrais
Com a fúria de animais colossais
A idéia é a loucura e tudo aqui é desconexo e disléxico.
Texto marcado com sangue
E as feridas em cicatrizes
Com uma música fúnebre de despedida
E um olhar para ti e entendo que será o último
Podridão sai de baixo da terra
Proliferando vermes, bactérias e carniça.
A cachaça foi ingerida, a cocaína inalada.
O cigarro vaporoso foi fumado.
E agora é inserido a marca e o número.
A minha alma foi vendida e por sua vez trocada.
Meu espírito de Áries que é livre como o de câncer.
Me afeta a doença na coluna, me afeta nos ossos a infecção.
Tiram-nos a liberdade e a razão.
Meu últimos passos na escuridão me levam até o sepulcro.
O buraco que cavei e por vezes me deitei e dormia como um morto.
E acordava no sol da alvorada, em cima de um campo de flores mortas e árvores queimadas e de longes casas incendiadas, tudo ali sem vida alguma.
Tudo morto e sem futuro, tudo morto com um passado enterrado e vítimas sem vida.
A única saída era o caminho do céu, a escadaria para o paraíso.
Mas eu não tinha escolha, ou morria em pé com um tiro traiçoeiro e caia de joelhos ou então me atirava do abismo para sofrer a queda. (a ultima queda depois da decadência)
Nesse momento tudo me faz falta, mas dispenso certas coisas.
A solidão e o silêncio são meus maiores infernos.
Mas tenho que calar, ouvir a voz de anjos e demônios e parar para pensar.
No que devo fazer nas próximas horas, amostra de suicídio, sangue e dor.
Agora imortalizei você em minha alma
E minha mente se abre pra pensar em ti
E olhar o céu e o mar
Água da minha fonte
Carne de minha carne
Sangue do meu sangue
Espírito que anda junto comigo
Você é a flor morta do meu jardim
E as rosas negras da primavera
Você estava tão perto de mim
E eu morrendo após ver o teu sorriso na janela
Quero vê-la abrir minhas veias e ver sangrá-las todas
Agora vão ao ar todos os gritos e berros suaves que gemem...
MMC
Cresceu assim a terra
Brotando novas vidas
Como fonte de energia
Minha vida, minha vida.
Uma tragédia
Minha alma roubada
Para sempre, para sempre.
Minha querida
Amarei você
E novamente eu digo: eu te amo
...
Cresceu assim a terra
Brotando novas flores
Como fonte de energia
O sol aquecia
O melhor dos amores
E o coração se derretia
De paixão.
No verão.
Explodiu a emoção
...
““... Armas, bombas e destruição.
Genocídio, tortura e mortes.
Preconceito, tolice e orgulho.
Miséria, descrença e medo.
Um deus, um céu e uma lenda.
Ilusão, fantasia e histórias.
Um mundo, um universo e um sol.
Revolução, esperança e doenças.
“Um destino, um seguir, Um adeus...”
...
Uma ciência, um avanço e uma idéia.
Uma crença, uma intolerância e uma opinião.
Um motivo, um sentido e uma ação.
Uma razão, uma mentira e uma obrigação.
...
Um anjo, uma benção e uma proteção.
Uma brisa, uma tempestade e uma escuridão.
Um relance, um raciocínio e uma emoção.
Um passado esquecido, problemas e uma condenação.
...
Contenção.
Preciso me conter para deter essa vontade de morrer
Por que todas as estrelas estão sendo levadas para o fundo do mar
E seu coração esta chorando
Enquanto meu sangue está congelando
Está cortando minhas veias...
Esta madrugada me leva aonde a escuridão quiser
E toma conta de mim petrificando meus ossos
Cortando minhas vísceras, destruindo e destroçando meu corpo.
Possuindo e manchando minha alma com seu toque de magia negra.
Alguém está logo ali no escuro sempre te observando
E todo dia quando passamos nem percebemos
Retalhando meu espírito como retalhos cortantes em fio de seda
Vivo no leito da maldita vida
Vivo na esquina da minha vida
Vivo no vale das almas descontentes
Em oferenda a escuridão
Entrego minha mente à imaginação
E meus dias tornam parte dessa solidão
Enquanto meus sonhos são podres entulhados de ilusão.
Momentos/Lamentos/Tormentos.
Momentos vividos contigo
Imortalizados em minha alma
Não sei onde está em ti
A chama que se acende
E se apaga em mim
...
Pela sua tumba, se foram.
Cânticos atrevidos
De almas descontentes
Então não vejo mais seus olhos
...
Procuro um motivo, entendo um olhar.
E tão pouco sei explicar
Que você morreu pra mim
Mas é como se ainda existisse uma chama
Em meu coração.
...
É água do meu mar
É estrela do meu céu
Tu és flor morta e rosa negra.
Do meu jardim de primavera
Tu és a depressão de minha vida
E a solidão de minhas noites.
...
____________
A chuva umedece
As folhas em cima do tronco
O que a cera derrete
O fogo queima as madeiras
Eu morreria para poder viver
E inserir da maneira insana você dentro de meu olhar
Quero que você me abra as veias e vê-las sangrar toda
Ternura e silencio vão ao ar gritos suaves e depois gemem
...
Anderson R. Izolan
Imortalizados em minha alma
Não sei onde está em ti
A chama que se acende
E se apaga em mim
...
Pela sua tumba, se foram.
Cânticos atrevidos
De almas descontentes
Então não vejo mais seus olhos
...
Procuro um motivo, entendo um olhar.
E tão pouco sei explicar
Que você morreu pra mim
Mas é como se ainda existisse uma chama
Em meu coração.
...
É água do meu mar
É estrela do meu céu
Tu és flor morta e rosa negra.
Do meu jardim de primavera
Tu és a depressão de minha vida
E a solidão de minhas noites.
...
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A chuva umedece
As folhas em cima do tronco
O que a cera derrete
O fogo queima as madeiras
Eu morreria para poder viver
E inserir da maneira insana você dentro de meu olhar
Quero que você me abra as veias e vê-las sangrar toda
Ternura e silencio vão ao ar gritos suaves e depois gemem
...
Anderson R. Izolan
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Pedras que não rolam.
Ninguém já chorou tanto quanto a mim
Meu princípio está quase chegando ao fim
Por onde passo eu pego uma estrada sem fim
Rolando até virar pó
Castos pedaços de uma vida sem vitória
Fragmentos de um coração e glória
Nas frias noites eu aquecia seu corpo
E saciava nossa chama
Fervilhando como brasa do inferno
Derretendo como gelo no inverno
Essa mentira eu vou destruir
E em seguida desiludir
E por fim partir para subir
No alto de uma colina
Uma montanha imaginária
De sonhos fantásticos
Feito de Emoções e construídos com virtude
De uma vida que sofreu, mas viveu e aprendeu.
Que errou e apanhou, superou e se levantou.
E o tempo finalmente passou... “... Eu queria vê-lo chegar lá...”.
Ser uma pedra e não rolar
O amor é uma pedra...
Uma pedra que não rola em meu coração.
É uma mentira tirada de um doce sonho feito de ilusão.
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