sábado, 17 de março de 2012
Versos poéticos e dramáticos
Melodia que começa e invade sua alma
Num velório qualquer eu sinto minh vda um trapo
O amor não acabou mas também sinto ódio e rancor
Névoa sombria que partia com ventos glaciais brancos
...
Como eu me escondia da felicidade
Era só saudade de uma insanidade
Nas noites de trovões e tempestade
Eu lamentava como um covarde
....
Um animal consciente e com sono
Este fui eu em seu enterro
Meus pulsoso ainda cortados com pequenas marcas
Não esconderam a verdade de eu estar assim
Com luto em você que não gostava de mim
...
Fui preso numa colina e num andar de loucos
Numa alameda se passavam vultos e apariçoes enfetavam as paredes escuras
Não pude resistir e fugir pra rua
Seu espírito voa livre e levemente movido pelo Diabo
Eu me arrepio o fio da espinha agora
Em ter que dizer
Que com medo dentro de uma cozinha que você morreu
Seu corpo enterrado por mim mesmo
A neve cobria o caixão
E a meu lado seu coração estava no chão
Agora minhas lágrimas cobrem seu corpo sem vida.
Anderson R Izolan.
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