A navalha
Ferramenta de suicídio
Um veiculo de ida e partida
Ao inferno
O espírito da matéria
A alma que vive na miséria
O fogo que me queima até sofrer sem parar
O prazer em derreter e cometer o pecado
...
O prazer de viver e fazer tudo errado
É a semelhança com um abutre e um cachorro-urubu
...
É a vida, ela é bela e horrível
Ela é desprezível e sensível
A vida é imprevísivel
A existência é estudada junto á doença como tabuada
...
No saguão ouço passos vindos da escuridão
E de repente uma luz que cega-me os olhos
É o diabo, é o inferno, é as abóboras e os fantasmas Poltergeist.
...
Nada se repete da mesma maneira, todas as coisas, toda simetrias, os olhares e os gestos, os barulhos dos objetos e as vozes e aquelas falas que me deixavam confusos todos os dias quand eu adormecia.
__________________________________________________________
Nenhum comentário:
Postar um comentário