No frio de uma gélida manhã de outono
Quando eu cai nas esferas negras da solidão
Envolvido numa atmosfera negativa que enferruja o coração
Corto os pulsos por que sou solitário e devo morrer
Agora as lágrimas irão cair junto ao sangue derramado
E tudo foi perdido atrás de nós
Sem fé nem sentimentos
Retalhado mas ainda respirando
A fumaça cinza de sodoma e gomorra
E desgraçadamente voce me quebrou, peça por peça
Agora de joelhos, minhas mãos escodem agora meu rosto
Que não quer ver nem por uma razão a unica solução
Sofro aceleradíssimas pancadas no coração
Afeta-me a existência e toda culpa
No meus prazeres de tortura eu vou descobrindo um inferno em vida
Pois o inferno que eu passo agora será destruído ...
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